{"id":462,"date":"2022-11-21T13:58:37","date_gmt":"2022-11-21T16:58:37","guid":{"rendered":"https:\/\/devsweb.com.br\/rem_wp\/com-apoio-do-rem-mt-projeto-de-agroindustria-de-castanha-valoriza-o-trabalho-de-mulheres-indigenas-zoros\/"},"modified":"2025-12-10T11:49:41","modified_gmt":"2025-12-10T14:49:41","slug":"com-apoio-do-rem-mt-projeto-de-agroindustria-de-castanha-valoriza-o-trabalho-de-mulheres-indigenas-zoros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rem.sema.mt.gov.br\/en\/noticias\/com-apoio-do-rem-mt-projeto-de-agroindustria-de-castanha-valoriza-o-trabalho-de-mulheres-indigenas-zoros\/","title":{"rendered":"Com apoio do REM MT, projeto de agroind\u00fastria de castanha valoriza o trabalho de mulheres ind\u00edgenas zor\u00f3s"},"content":{"rendered":"<p>Por\u00a0Vit\u00f3ria Lopes<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\"><span style=\"font-size: 36pt;\"><strong>V<\/strong><\/span>iver das coisas que a natureza d\u00e1 para a gente. Esse \u00e9 o prop\u00f3sito dos ind\u00edgenas Zor\u00f3, em Rondol\u00e2ndia (1.064km de Cuiab\u00e1), que fazem da castanha do Brasil a sua gera\u00e7\u00e3o de renda, que ser\u00e1 facilitada por meio de uma agroind\u00fastria in\u00e9dita no territ\u00f3rio ind\u00edgena. Eles fazem quest\u00e3o de ressaltar como as mulheres s\u00e3o a for\u00e7a motriz da aldeia, pois s\u00e3o as respons\u00e1veis por coletar, quebrar e limpar as castanhas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Os ind\u00edgenas fazem parte do <a href=\"index.php\/pt\/atuacao-2\/afpct-2\/12-subprogramas\/244-afpct-projeto-sentinelas-da-floresta\">projeto Sentinelas da Floresta<\/a>,<\/span><b>\u00a0 <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">da Associa\u00e7\u00e3o de Desenvolvimento Rural de Juruena (Aderjur), que foi aprovado pelo edital do Subprograma de Agricultura Familiar e de Povos e Comunidades Tradicionais <a href=\"index.php\/pt\/atuacao-2\/afpct-2\">(AFPCT)<\/a>, do programa REM MT em 2020.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Com apoio do programa REM MT, eles constru\u00edram uma agroind\u00fastria em meio a Amaz\u00f4nia, para beneficiamento da produ\u00e7\u00e3o da castanha. O projeto tem por objetivo valorizar os produtos da sociobiodiversidade da regi\u00e3o, assim como conservar a floresta amaz\u00f4nica e promover a igualdade de g\u00eanero.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">A f\u00e1brica \u00e9 uma iniciativa in\u00e9dita na regi\u00e3o, segundo o coordenador do projeto e engenheiro agr\u00f4nomo, Paulo C\u00e9sar Nunes. Isso porque ser\u00e1 a primeira agroind\u00fastria a ser instalada dentro de um territ\u00f3rio ind\u00edgena.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/ZOROS_5.png\" alt=\"\" \/><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\"><img decoding=\"async\" src=\"images\/paulo_cesar_nunes.png\" alt=\"\" \/><\/span><span style=\"font-size: 10pt;\"><b>Coordenador do projeto Sentinelas da Floresta, Paulo C\u00e9sar Nunes<\/b><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cVai beneficiar diretamente a comunidade com um olhar muito atencioso para a quest\u00e3o da inclus\u00e3o de g\u00eanero, a inclus\u00e3o de jovens, a valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho na comunidade e da agrega\u00e7\u00e3o do valor de um produto da floresta, da sociobiodiversidade local que pode com certeza promover uma transforma\u00e7\u00e3o social muito importante, garantindo a prote\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e a conserva\u00e7\u00e3o da floresta\u201d, explica.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">A expectativa \u00e9 que as m\u00e1quinas cheguem no local no dia 30 de novembro, seguido por uma capacita\u00e7\u00e3o das futuras funcion\u00e1rias. Paulo prev\u00ea que a f\u00e1brica estar\u00e1 em pleno funcionamento no dia 15 de dezembro de 2022.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt;\"><b>Participa\u00e7\u00e3o das mulheres na coleta<\/b><\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">A natureza repassa a responsabilidade dos seus frutos para as mulheres, que s\u00e3o os arrimos das fam\u00edlias Zor\u00f3. \u00c9 um trabalho minucioso, que exige um cuidado quase que maternal, de extrair a am\u00eandoa da dura casca sem quebr\u00e1-la. S\u00e3o pelas m\u00e3os das mulheres Zor\u00f3 que as castanhas do Brasil, da terra ind\u00edgena, chegam at\u00e9 o consumidor final.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Katiele Pandere Puxut Zor\u00f3 aprendeu ainda menina como que se colhe a castanha do Brasil no meio da Amaz\u00f4nia. O trabalho todo \u00e9 feito em fam\u00edlia, ent\u00e3o crian\u00e7as e adultos acompanham a ida at\u00e9 a floresta para encontrar os ouri\u00e7os \u2013 onde as castanhas ficam abrigadas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt;\"><b><img decoding=\"async\" src=\"images\/ZOROS_3.jpg\" alt=\"\" \/><\/b><\/span><span style=\"font-size: 10pt;\"><b>Da esquerda para direita: Gisele Atura&#8217;am Zor\u00f3 e Katiele Pandere Puxut Zor\u00f3 (Cr\u00e9dito: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT)<\/b><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cMinha m\u00e3e me ensinou, meu pai, minha v\u00f3 que entende mais, e ela me explicou tudo que a gente faz, como coletar a castanha. Eu aprendi com eles, eu vou ensinar meus filhos quando tiver eles\u201d, comenta sobre o trabalho geneal\u00f3gico.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Atualmente, Katiele \u00e9 a representante das mulheres coletoras de castanha. Ela comenta que sua m\u00e3e jamais pensou que eles teriam apoio para construir uma agroind\u00fastria de castanhas no territ\u00f3rio ind\u00edgena.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cNunca imaginou, mas quando ela ouviu, falou: \u2018a\u00ed sim, que a gente vai ter nossa pr\u00f3pria agroind\u00fastria\u2019, ela ficou muito feliz de saber\u201d, relembra Katiele, sem esconder um sorriso no rosto. Inclusive, a pr\u00f3pria agroind\u00fastria refor\u00e7a a import\u00e2ncia do trabalho feminino.<\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cAntigamente, as mulheres n\u00e3o trabalhavam as coisas assim, mas agora estamos vendo que \u00e9 importante para a mulher trabalhar como os homens que trabalham, por isso que a gente quer a agroind\u00fastria que fizeram\u201d, conta.<\/span>\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Aliada \u00e0 extra\u00e7\u00e3o das castanhas, os Zor\u00f3 cuidam da floresta como se fosse da sua pr\u00f3pria fam\u00edlia, explica Gisele Atura&#8217;am Zor\u00f3, na l\u00edngua Pangyje. \u201cN\u00f3s cuidamos da floresta, porque a floresta \u00e9 a nossa casa mesmo, por isso que a gente pode cuidar e n\u00e3o desmatar, porque nossas av\u00f3s moravam aqui. Se a gente morrer, a gente vai ficar aqui mesmo, n\u00e3o vai mudar, por isso \u00e9 importante cuidar, para a floresta ficar bem\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Refor\u00e7ando a fala de Gisele, Katiele conta como as mulheres s\u00e3o importantes na manuten\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia e da vegeta\u00e7\u00e3o nativa. \u201c\u00c9 importante n\u00f3s, mulheres, cuidar, porque n\u00f3s, mulheres, que cuidamos da nossa fam\u00edlia tamb\u00e9m, e a gente pode cuidar da floresta, porque a floresta que d\u00e1 renda para n\u00f3s\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">De acordo com Paulo, a atividade do extrativismo \u00e9 feita de forma coletiva, mas s\u00e3o as mulheres quem assumem a responsabilidade da extra\u00e7\u00e3o e limpeza da am\u00eandoa. Portanto, vivem uma dupla e at\u00e9 tripla jornada, ao unir o trabalho com os cuidados dom\u00e9sticos.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cMuitas vezes o trabalho da mulher n\u00e3o \u00e9 justamente reconhecido, principalmente em termos de remunera\u00e7\u00e3o, do recurso que as fam\u00edlias recebem. Nem sempre as mulheres t\u00eam uma participa\u00e7\u00e3o justa nessa distribui\u00e7\u00e3o. O que a gente percebe \u00e9 que esse trabalho de beneficiamento, de transforma\u00e7\u00e3o, exige um cuidado, uma aten\u00e7\u00e3o que normalmente a mulher se dedica mais do que o homem\u201d, reconhece Paulo.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"images\/ZOROS_6.jpg\" alt=\"\" \/>\u00a0<span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><b>Galp\u00e3o de coleta de castanhas, com previs\u00e3o de funcionamento a partir do dia 15 de dezembro (Cr\u00e9dito: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT)<br \/><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Com a agroind\u00fastria, as mulheres ter\u00e3o maior autonomia financeira, al\u00e9m dos esfor\u00e7os celebrados na cadeia da castanha.<br \/><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cDessa maneira, a mulher vai ter o seu trabalho muito mais reconhecido, tanto pela comunidade como pelas organiza\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias daqui. No final, acaba que a mulher vai ter uma renda um pouco melhor, um resultado financeiro para seu uso pessoal, resolver coisas pessoais da fam\u00edlia, desde comprar um livro pra crian\u00e7a, um sapato, o cuidado com cada uma\u201d, reflete.<br \/><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt;\"><b>Valoriza\u00e7\u00e3o da castanha local<\/b><\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Com envolvimento em toda a cadeia produtiva da castanha, os ind\u00edgenas Zor\u00f3 t\u00eam maior liberdade para definir o pre\u00e7o da venda no mercado. Segundo a assistente da Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (Funai), L\u00edgia Neiva, a castanha era muito desvalorizada na regi\u00e3o, e a comunidade acabava aceitando vender o produto por valores irris\u00f3rios.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 18pt;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><b><img decoding=\"async\" src=\"images\/ZOROS_2.jpg\" alt=\"\" \/><\/b><\/span><\/span><span style=\"font-size: 18pt;\"><span style=\"font-size: 10pt;\"><b>Peixe feito na folha de bananeira, comida t\u00edpica da comunidade (Cr\u00e9dito: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT)<br \/><\/b><\/span><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201c\u00c9 uma din\u00e2mica dif\u00edcil, tem o desafio do rio, da estrada e das regi\u00f5es ribeirinhas. \u00c9 uma luta at\u00e9 o mercado absorver o produto. Cada ano, temos a R$ 1,50 a valoriza\u00e7\u00e3o da castanha. Ano passado j\u00e1 vend\u00edamos a R$ 7,50 e estudamos o mercado, esperam v\u00e1rios crit\u00e9rios, volume de produ\u00e7\u00e3o e mais oferta\u201d, pontua.<br \/><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">O engenheiro agr\u00f4nomo e coordenador do subprograma AFPCT, Marcos Balbino, observou que os ind\u00edgenas Zor\u00f3 vivem literalmente da castanha, j\u00e1 que ela faz parte da pr\u00f3pria alimenta\u00e7\u00e3o deles. Eles tamb\u00e9m querem ter soberania de negocia\u00e7\u00e3o, para n\u00e3o vender o \u00e1rduo trabalho por um valor que n\u00e3o justifica com os gastos de produ\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">\u201cO que mais me ressalta os olhos ali, \u00e9 que est\u00e1 sendo incentivado um protagonismo tamb\u00e9m da comunidade. Pelo o que os caciques nos reportaram, eles t\u00eam essa preocupa\u00e7\u00e3o na comunidade em trabalhar num formato de venda no atacado. Eles n\u00e3o v\u00e3o ficar vendendo separado para quem aparece ali e paga o pre\u00e7o que quer. Eles querem ter o poder de negociar um valor que seja justo para a comunidade\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\"><img decoding=\"async\" src=\"images\/ZOROS_4.jpg\" alt=\"\" \/><span style=\"font-size: 10pt;\"><b>Marcos Balbino, engenheiro agr\u00f4nomo e coordenador do subprograma AFPCT, terceira pessoa da direita para a esquerda, junto \u00e0 comunidade<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 <\/span><b>(Cr\u00e9dito: Vit\u00f3ria Lopes \/ REM MT)<\/b><\/span><\/span><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2><span style=\"font-size: 18pt;\"><b>Programa REDD Early Movers Mato Grosso &#8211; REM MT<\/b><\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400; font-size: 18pt;\">Lan\u00e7ado na Confer\u00eancia Rio+20 em junho de 2012 e financiado pelo Banco Alem\u00e3o KfW e pelo governo do Reino Unido (BEIS), o Programa REDD Early Movers (REM) \u00e9 uma iniciativa inovadora que recompensa os pioneiros na conserva\u00e7\u00e3o florestal e na mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O Programa fornece pagamentos baseados em resultados para redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es por desmatamento verificadas, tornando-se assim uma iniciativa de REDD, de acordo com as decis\u00f5es assumidas na Conven\u00e7\u00e3o-Quadro das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Mudan\u00e7a do Clima (UNFCCC).<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Vit\u00f3ria Lopes Viver das coisas que a natureza d\u00e1 para a gente. Esse \u00e9 o prop\u00f3sito dos ind\u00edgenas Zor\u00f3, em Rondol\u00e2ndia (1.064km de Cuiab\u00e1), que fazem da castanha do Brasil a sua gera\u00e7\u00e3o de renda, que ser\u00e1 facilitada por meio de uma agroind\u00fastria in\u00e9dita no territ\u00f3rio ind\u00edgena. 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